Construção sustentável 

Inclusão de requisitos que trazem mais eficiência no uso de recursos naturais na construção e operação dos empreendimentos, e elevam a qualidade da entrega para o cliente. 

Impacto

Redução da emissão de gases de efeito estufa

Aumento de custos para obtenção de certificações de construção verde

Mitigação dos efeitos das mudanças climáticas

Redução de riscos regulatórios (sanções, multas e perdas monetárias diante de possíveis não conformidades ambientais)

Melhorias na segurança e saúde dos trabalhadores durante a execução das obras

Aumento potencial no valor de ativos

Não cumprimento de requisitos de certificação

Fomento à inovação dentro da indústria, incluindo fornecedores e parceiros de negócio

Eficiência na gestão da água

Eficiência energética

Otimização da gestão de resíduos

Indicadores

Tema material: Construção Sustentável

Forma de Gestão

3-3 a) descrever os impactos reais e potenciais, negativos e positivos na economia, no meioambiente e nas pessoas, inclusive impactos em seus direitos humanos; 3-3 b) relatar se a organização está envolvida com impactos negativos por meio das suasatividades ou como resultado das suas relações de negócios, e descrever asatividades ou relações de negócios;

Ver respostas deste conteúdo na seção de impactos na página de temas materiais.

3-3 c) Descrever suas políticas ou compromissos para com os temas materiais;

Embora a Log não tenha compromisso específico sobre o tema de Construções Sustentáveis, há uma política de sustentabilidade vigente que norteia sua atuação na temática.

A empresa vem buscando se basear nos moldes do Greenbuildings, que tenta executar e buscar métodos construtivos que promovam maior conforto aos usuários. Como por exemplo, o isolamento da cobertura utilizando mantas face-felts, o que reduz a necessidade de ar-condicionado. Outras medidas que se baseiam nesses moldes são a priorização de iluminação natural e a utilização de água de chuva para reúso em alguns empreendimentos, que elevam a comodidade dos usuários e reduzem gastos futuros. Essas medidas contribuem para as operações e para a satisfação dos nossos clientes.

Atualmente temos notado uma alta nas consultas de stakeholders por galpões com a certificação LEED, por exemplo. Justamente pelos métodos sustentáveis, que trazem diversos benefícios aos usuários.

3-3 d) Descrever as medidas tomadas para gerenciar o tema e os impactos a ele relacionados, entre as quais: 3-3-d i) Medidas para prevenir ou mitigar impactos negativos potenciais;

A Log possui um comitê para tratar e gerenciar os impactos no tema. Nele, várias áreas   estão envolvidas. Em cada etapa da cadeia, o nível de relevância desse impacto define os setores envolvidos, que podem ser divididos em:

*Impactos preliminares: estes quando conhecidos na concepção do projeto ou aquisição do terreno, já são estudados previamente e definidas formas de controle e mitigação. Sendo propondo algum plano específico para o órgão. Neste caso, incluem também a definição de implantação de sistemas economizadores nos moldes da “certificação LEED”. Neste etapa são envolvidas as gestão e diretorias.*

*Impactos durante a execução do empreendimento: quando ocorrem nesta etapa, seja por alguma intempérie ou caso infortúnio, a equipe da ponta (obra) envolve a equipe de meio ambiente (QSSMA), consultoria ambiental local (quando aplicável), jurídico, gestão de obras e diretorias. *

*Impactos durante  a operação: idem o que ocorre na execução do empreendimento, porém, ao invés da equipe de obras, esta é substituída pela equipe de operações (supervisores e coordenadores de operações) dos condomínios.

A gestão ambiental de requisitos legais, é controlada através de uma matriz de condicionantes, o qual é monitorado o cumprimento dos requisitos legais dos empreendimentos, além de exigir o cumprimentos de itens de performance ambiental que são parametrizados e divulgados mensalmente de forma interna. Quanto aos empreendimentos em certificação “LEED”, o controle é realizado também através de uma matriz de cumprimento de créditos. Estamos buscando formas de informatizar o sistema, utilizando softwares de gestão.

De forma geral, a responsabilidade de gerenciar os tópicos de sustentabilidade durante a execução de Obras, principalmente da certificação LEED, é da equipe de Meio Ambiente ligadas ao Setor  QSSMA (Qualidade, Saúde, Segurança e Meio Ambiente) e de áreas dão suporte técnico diretamente: Desenvolvimento Imobiliário, Arquitetura e Projetos Complementares.

Já estão incorporadas vários sistemas construtivos sustentáveis na concepção do projeto, assim, promover não só conforto ao cliente e usuário, mas também no retorno que isso proporciona ao ambiente de forma indireta.

Para mitigar os impactos, fazemos monitoramento mensal nas obras em execução, com equipe especializada ambiental, para checagem se as medidas de controle como instalação de barreiras protetoras de “bidim” para evitar carreamento de solos, proteção de taludes, kits de mitigação ambiental à disposição, segregação e destinação adequada de resíduos e controle de particulas de poeira estão sendo feitas corretamente.

Constantemente são realizados treinamentos nas obras e condominios sobre conscientização ambiental para todo time, a fim de deixarmos todos na mesma página e deixar claro esta preocupação da empresa na pauta.Não houve nenhuma inviabilidade neste sentido de impacto negativo que colocou em risco algum acordo comercial, pois a empresa se preocupa muito com este topico, e quando detectado alguma vulnerabilidade e um impacto iminente, esta situação já é estudada preliminarmente à epoca da aquisição do terreno, o que pode se tornar inviável caso apresente tal vulnerabilidade. Em contrapartida, quando aprovado pelo órgão ambiental, pode ser propostos planos de mitigação do impacto ambiental (PRAD’s, Etc) e, se aprovado, seguir com análise de viabilidade do empreendimento.

Não houve nenhuma inviabilidade neste sentido de impacto negativo que colocou em risco algum acordo comercial, pois a empresa se preocupa muito com este topico, e quando detectado alguma vulnerabilidade e um impacto iminente, esta situação já é estudada preliminarmente à epoca da aquisição do terreno, o que pode se tornar inviável caso apresente tal vulnerabilidade. Em contrapartida, quando aprovado pelo órgão ambiental, pode ser propostos planos de mitigação do impacto ambiental (PRAD’s, Etc) e, se aprovado, seguir com análise de viabilidade do empreendimento.

3-3-d ii) Medidas para enfrentar os impactos negativos reais, incluindo ações para prever ou cooperar na sua remediação;

Quando gerado um impacto real, é proposto um plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD) ou assinado um termo de compromisso ambiental com órgão executivo, o qual são propostas reparo material do dano, assim como também uma possível compensação ambiental em formato de plantio de mudas. A compensação ambiental através de replantio de mudas, seguem o que determina a legislação, inclusive quando o licenciamento do empreendimento, quando identificado o impacto, esta proposta ja é apresentada preliminarmente.

3-3-d iii) Medidas para gerenciar impactos positivos reais e potenciais;

A própria equipe interna que gerencia os impactos negativos, avalia também os impactos positivos. A maioria dos impactos positivos para o tema, estão relacionadas aos próprios sistemas que são incorporados ao projeto.

3-3 e) Relatar as seguintes informações sobre o rastreamento da eficácia das medidas tomadas: 3-3-e i) Processos utilizados para rastrear a eficácia das ações;

Auditoria ou verificação interna: Controle dos requisitos legais das Obras em andamento (etapa de maiores riscos ao meio ambiente) é realizada através de controle via sistema, para garantir que as ações legais estãos sendo cumpridas. Mensalmente é arquivado em um “databook” da documentação comprobatória de licenças, alvarás e gestão de resíduos do empreendimento o qual é gerado um indicador da Obra. Eventualmente e quando há necessidade, é feita auditoria in loco.

3-3-e ii) Objetivos, metas e indicadores para avaliar o progresso;

São realizadas auditorias virtuais (documentais) mensalmente nas obras, o qual é gerado um indicador de aderência de requitos legais de meio ambiente. A evolução deste indicador é a forma que utilizamos para testar a aderência aos processos de meio ambiente, assim como acompanhar o progresso.

3-3-e iii) A eficácia das medidas, inclusive o progresso rumo aos objetivos e às metas;

Os resultados das auditorias internas de requisitos legais, são divulgadas mensalmente à liderança de Produção, juntamente com seu plano de ação. Após implementação das auditorias, notou-se um melhor entendimento dos requisitos legais e como cada empreendimento vinha tratando. Assim, conseguimos mapear as principais dficuldades e falhas para busca de melhoria continua nos demais empreendimentos e nos novos à iniciar.

3-3-e iv) Aprendizados e como foram incorporados nas políticas e procedimentos operacionais da organização;

Com as lições aprendidas em alguns impactos identificados, é possivel gerar novas pautas para treinamentos de conscientização ao time de produção sobre temas diversos, relacionadas à melhor gestão dos recursos disponiveis e dos resíduos. Na visão corporativa, fica evidente que as ações de controle já atingiu ótimo grau de aceitação e mostra essa evolução cultural da empresa, trazendo mais segurança em avançar nas medidas de controle e a ajudar a “vender” melhor para diretoria a implementação de novas pautas, como na utilização de softwares de monitoramento e moldes do SGA (sistema de gestão ambiental) mais robusto.

3-3 f) Descrever como o engajamento com stakeholders embasou as medidas tomadas (3-3-d) e como a organização informou se as medidas foram eficazes (3-3-e).

Promover a construção sustentável dos assentamentos humanos é um tema de fundamental relevância dentre as questões relativas às políticas públicas de meio-ambiente, que prioriza a convivência harmoniosa entre sociedade e meio ambiente. De todos os itens já citados,   a construção sustentável impacta nos stakeholders, como o Governo nas questões socioambientais, principalmete durante a fase de construção, pois são criados inúmeros programas para preservação do meio ambiente, controle de erosões, APP’s, além de redução dos impactos da vizinhança. Quando a comunidade, todas as ações sustentáveis de forma geral, retornam à comunidade/sociedade de forma direta. Com a adoção das praticas de construções sustentáveis cada vez mais difundidas, acarreta de forma proporcial na redução de emissão de poluentes e a escassez de recursos. Além de que, as próprias construções sustentáveis, implantam diversas medidas com sistemas minimizadores de impactos ao seu entorno, como redução de partículas no ar e ruídos, controles de erosões e proteção das áreas de preservação ambiental (APP).

Consumo de energia dentro da organização

Consumo de energia dentro da organização (GJ) ¹

Consumo de energia dentro da organização (GJ)
2022 2023 △ 2023/2022
Combustíveis não renováveis - 1.949,9 -
Gasolina (automotiva) - 1.075,9 -
Diesel - 874,0 -
Combustíveis renováveis - 65,6 -
Etanol - 65,6 -
Eletricidade adquirida 148.787,1 172.834,5 13,9%

302-1 f) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.

Para mensurar a energia foi utilizada nossa planilha de gestão, na qual abastecemos com o consumo mensal dos empreendimentos. Já para mensurar a gasolina utilizada nas roçadeiras, utilizamos o controle de cada condomínio, que é preenchido pelo responsável do empreendimento. Para o cálculo de diesel, consideramos que os empreendimentos que possuem bomba diesel fazem a troca do reservatório anualmente, trocando em média 700 litros de diesel no ano. Vale lembrar que esse diesel não é utilizado, ele é trocado apenas para não danificar a bomba.

302-1 g) Fonte dos fatores de conversão usados.

A fonte dos fatores de conversão usados foi o balanço energético nacional 2021 (ano base 2020).

Disponível em:

https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-601/topico-596/BEN2021.pdf

IF-RE-130a.1. Cobertura dos dados de consumo de energia como porcentagem da área total, por setor imobiliário.

Cobertura dos dados de consumo de energia é de 100% do portfólio.

IF-RE-130a.2. (1) Energia total consumida pela área da carteira com cobertura de dados, (2) porcentagem de eletricidade da rede e (3) porcentagem de energia renovável, por setor imobiliário.

(1) 170.844,96 GJ – considerando combustíveis e eletricidade (2) 99,56% (3) 99,46%

Reduções nos requisitos energéticos de produtos e serviços

302-5.a ) Reduções nos requisitos energéticos de produtos e serviços vendidos durante o período coberto pelo relatório, em joules ou seus múltiplos.

Não houve redução.

Consumo de água 

Consumo de água (ML)

Consumo de água (ML)
2021 2022 2023 𝚫2023/2022
Consumo de água total 340,8 396,3 373,5 -5,7%
Consumo de água em áreas com estresse hídrico 75,0 95,4 104,2 9,2%

303-5.c ) Mudanças no armazenamento de água em megalitros, se o armazenamento de água foi identificado como causador de um impacto significativo relacionado à água

Não houve mudanças no armazenamento de água. O aumento em relação a 2021 é devido ao aumento de ABL, já a redução em relação a 2022 não tem motivo aparente.

303-5.d) . Quaisquer informações contextuais necessárias para a compreensão de como os dados foram compilados, tais como normas, metodologias e premissas adotadas, inclusive se as informações foram calculadas, estimadas, modeladas ou provenientes de medições diretas, bem como a abordagem adotada para esse fim, como o uso de fatores específicos ao setor.

Foi utilizada a planilha de dados Log Adm, que possui o volume do poço e o da concessionária.

Emissões

Toneladas de CO2e por ano

Toneladas de CO2e por ano
Tipo de emissões 2021 2022 △ 2022/2021
Escopo 1 (Emissões Diretas) 2.204,0 8.488,1 285,1%
Emissões biogênicas de CO2¹ 156,0 872,9 459,4%
Remoções de CO2 biogênico - 32,2 -
Escopo 2 (Emissões indiretas) 287,3 25,8 -91,0%
Escopo 3 (Outras emissões indiretas) 23.177,1 11.935,3 -48,5%

¹ Considera emissões do escopo 1 e 3

305-1.b ) Gases incluídos no cálculo: se CO2, CH4, N2O, HFCs, PFCs, SF6, NF3 ou todos.

Gases incluídos no cálculo: CO2, CH4, N2O, HFCs.

305-1.d ) Ano-base para o cálculo, se aplicável

Realizamos o nosso primeiro inventário em 2022, referente ao ano de 2021, e seguimos nosso compromisso realizando o inventário também em 2023, ano base 2022.

305-1.e) Fonte dos fatores de emissão e índices de potencial de aquecimento global (GWP) usados ou uma referência à fonte de GWP.

Na elaboração dos cálculos das emissões dos IGEEs foram utilizadas as premissas, orientações, metodologias, ferramentas e fatores de emissão disponibilizados pelo GHG Protocol -WRI Brasil.

305-1.f)A abordagem de consolidação escolhida para as emissões; se participação acionária, controle financeiro ou controle operacional.

A abordagem de consolidação escolhida para as emissões foi de controle operacional.

305-1.g) Normas, metodologias, premissas e/ou ferramentas de cálculo adotadas.

Na elaboração dos cálculos das emissões dos IGEEs foram utilizadas as premissas, orientações, metodologias, ferramentas e fatores de emissão disponibilizados pelo GHG Protocol -WRI Brasil.

305-3 a. Total de outras emissões indiretas (Escopo 3) de GEE em toneladas métricas de CO2  equivalente. d. Outras categorias e atividades de emissões indiretas (Escopo 3) de GEE incluídas no cálculo.

CO2 biogênico.

Geração de resíduos e impactos significativos relacionados a resíduos

306-1.a )Para os impactos significativos – reais e potenciais – relacionados a resíduos, uma descrição de: I) entradas, atividades e saídas que causam ou poderiam causar esses impactos;

A gestão de resíduo impacta diretamente na operação, uma vez que o resíduo gerado pela operação dos clientes, nos condomínios, são os de classes de recicláveis (plásticos, papelão e madeiras)Durante a obra: os resíduos gerados através dos restos de materiais de obras (entulhos) e geram impacto uma vez que parte dele é destinado a aterros sanitários

II) se esses impactos estão relacionados a resíduos gerados nas próprias atividades da organização ou a resíduos gerados upstream ou downstream na sua cadeia de valor.

Os impactos estão relacionados nas próprias atividades da organização. Não há um impacto direto, pois a destinação quando não é possível para reciclagem ou até o reaproveitamento, são destinados a aterros sanitários devidamente licenciados.

Resíduos gerados

Resíduos de obra gerados em toneladas métricas por composição dos resíduos (em toneladas)1

Resíduos de obra gerados em toneladas métricas por composição dos resíduos (em toneladas)1 2023²
Resíduos Classe I 15,7
Resíduos Classe II A 2.524,6
Total 2.540,3

¹Não temos controle de discriminação da composição em operações. Em alguns empreendimentos, as empresas certificadas que nos atendem realizam mensuração sobre o peso do lixo recolhido, separando apenas se o lixo é reciclável ou comum.

²Para 2021 e 2022 não houve geração de resíduos perigosos (Classe I).

Resíduos não destinados para disposição final

Resíduos de obra não destinados para disposição por composição e por operações de recuperação (em toneladas)

Resíduos de obra não destinados para disposição por composição e por operações de recuperação (em toneladas) 2022 2023 △ 2023/2022
Recuperação fora da organização¹
Resíduos não perigosos (Classe II)
Destinados para reciclagem 3.743,7  3.766,3 0,6%

¹ Há somente recuperação fora da organização

Resíduos destinados para disposição final 

Resíduos de obra destinados para disposição por composição dos resíduos e por operações de disposição (em toneladas)

Resíduos de obra destinados para disposição por composição dos resíduos e por operações de disposição (em toneladas)  2022 2023 2023/2022
Disposição fora da organização ¹
Resíduos não perigosos (Classe II) 
Confinamento em aterro  9.666,60 2.423,0 -74,9%²

¹Há somente disposição fora da organização.

² A redução ocorreu devido à menor produção de ABL em 2023 ( 262 mil m²) comparada a 2022 (415 mil m²). Além disso, parte dessa redução foi resultado do aumento dos resíduos destinados à reciclagem, incluindo todos os resíduos de Salvador (obra LEED) e os resíduos de demolição de São Bernardo do Campo.

Número de residências entregues certificadas de acordo com um padrão de construção verde de múltiplos atributos de terceiros. 

1. A entidade deverá discutir sua estratégia e processo para integrar considerações de sustentabilidade em seus contratos de locação e relacionamentos com os inquilinos

Possuímos um relatório específico para a gestão de energia, que é compartilhado com os locatários. Nele é informado a economia, o seu percentual, o consumo, entre outras informações relacionadas ao tema. Em 2023 também incluímos no Manual do locatário um capítulo com melhores práticas ESG.

2. A entidade deverá incluir uma discussão sobre seu suporte, participação e uso de iniciativas de terceiros relacionadas a contratos de locação verdes.

Não faz parte do escopo de operações.

3. A entidade deverá descrever como os tipos de contrato de locação utilizados (por exemplo, “triple-net” ou “full-service“) e suas cláusulas (por exemplo, cláusulas de recuperação de custos, guias de adaptação do espaço pelo inquilino, compartilhamento de informações sobre utilidades, participação obrigatória em classificações de energia) podem influenciar ou incentivar o comportamento dos inquilinos relacionado aos impactos de sustentabilidade.

Desde 2022 incluímos a cláusula ESG a seguir em nossa minuta padrão de locação: “As partes declaram”, que atuam em consonância com as leis de proteção ao meio ambiente vigentes, se comprometendo, ainda, a envidar melhores esforços para executar suas atividades, pautando-se pela sustentabilidade.

A Log Commercial Properties e Participações S.A durante o ano de 2023 entregou dois galpões LEED Silver na modalidade New Construction.